terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O cachorro



Um açougueiro estava na sua loja e ficou surpreso quando entrou um cachorro. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode mandar-me doze salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
(Assinado).

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Como conhecer a vontade de Deus



É provável que este tema seja um dos mais vulgares em termos do interesse do cristão que deseja ter uma vida melhor a cada dia.

Um rastreio rápido no Google fez-me perceber que não falta matéria sobre o assunto, e por me ter apercebido disso, desliguei-me de imediato dessa fonte para não desenvolver este tema infetado por uma qualquer influência de alguma dessas leituras.

Lembro-me que quando era adolescente fiz essa pesquisa. Eu queria conhecer a vontade de Deus para a minha vida, e como não havia internet, ao passar no Martim Moniz em Lisboa, na carrinha da Casa Publicadora das Assembleias de Deus que habitualmente estacionava ali, comprei um livro precisamente com esse título: “como conhecer a vontade de Deus”. Não me lembro do seu conteúdo e nem do efeito dele na minha vida mas lembro-me que logo a seguir, quando atravessava a Praça da Figueira em direção ao cacilheiro de regresso para casa, fui abordado por um adulto que expressou a sua admiração pela minha compra e interesse. Ficou “sem jeito” quando lhe perguntei quem ele era ao que me respondeu que não tinha qualquer má intenção, que era Católico e que apenas lhe tinha despertado admiração por um jovem daquela idade se interessar por aquele assunto.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Perdoa…, se fores humano.



Nietzsche, um filósofo ateu, encarou o problema do perdão desta forma: “Os fortes têm a capacidade de se vingar mas o perdão é o único recurso disponível para os fracos”. Portanto, para este pensador a guerrilha é a única forma de conseguir a justiça ou um privilégio dos poderosos, e o perdão, a resignação dos pobres e dos fracos. Assim sendo, teremos uma arma eficaz para perpetuar a guerra e nenhuma para alcançar a paz.